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10 jan

#DebateEnRedes: Como as redes refletiram o primeiro mês de Alberto Fernández como presidente

Por Mariela García

Atualizado em 28 de janeiro, 2020 às 3:19 pm

Se você tiver apenas alguns segundos, leia estas linhas:

  • De ontem para hoje, foram publicados quase 7 mil tuítes sobre o balanço dos primeiros 30 dias de gestão.
  • A hashtag “#ArgentinaUnida”, promovida pelo governo, esteve presente em 87% das mensagens.
  • Desde que tomou posse, o presidente ganhou mais 26% de seguidores em sua conta do Facebook, onde a maioria das publicações foram fotos.

O dia 10 de janeiro marcou o primeiro mês do mandato presidencial de Alberto Fernández, e as redes sociais repercutiram isso. Foi um mês cheio de hashtags que refletiram principalmente medidas econômicas e sociais, como #DolarTurista (“Dólar turismo”), #PreciosCuidados (programa do governo argentino que oferece produtos de supermercados a preços acessíveis), #ArgentinaHace (iniciativa do governo para revitalizar a economia), entre outras.

No âmbito da Sala da Democracia Digital, o Chequeado estudou – via Trendsmap – o comportamento dos usuários do Twitter na Argentina sobre esse assunto de quinta-feira, 9 de janeiro às 7h até sexta-feira, 10 de janeiro às 14h. Durante esse período, foram publicados 6.700 tuítes, e as palavras que mais se repetiram foram “governo” (39%), “vamos” (31%), “Argentina” (29%) e “construir” (28%).

A hashtag “#ArgentinaUnida”, promovida por Fernández, por membros do Gabinete Nacional (ver aqui e aqui) e pela conta oficial da Frente de Todos (ver aqui), foi incluída em 87% das mensagens. Os funcionários usaram a hashtag para celebrar o mês desde a posse e para destacar o que eles veem como conquistas da gestão. A segunda hashtag mais repetida foi “#AlbertoUnMesDeHechos” (“Alberto, um mês de conquistas”, com 13%).

A mensagem mais compartilhada e mais respondida foi um tuíte do Presidente postado ontem à noite: “Juntos chegamos. Juntos vamos construir o governo. Juntos acabaremos com a desigualdade e a fome. Juntos vamos fazer um país melhor para os argentinos. Juntos vamos colocar a Argentina de pé”, disse ele, antes de acrescentar a hashtag mencionada acima e compartilhar um vídeo com 18 medidas do seu governo. Foi compartilhada mais de 2.100 vezes e favoritada quase 9 mil vezes.

Por outro lado, via Newswhip, foi detectado que na sua página do Facebook, Fernández conseguiu gerar 1.356.983 interações (ou seja, reações, compartilhamentos e comentários) com as 37 publicações que fez entre 10 de dezembro de 2019 e 9 de janeiro de 2020. Neste período, ele aumentou seus seguidores em quase 26%: chegou a 429.566 curtidas em sua página “@alferdezok”. Mesmo assim, com muito menos tempo no poder, ele ainda está atrás tanto da vice-presidente Cristina Fernández de Kirchner (2.577.000 seguidores) quanto do ex-presidente Mauricio Macri (4.450.930 seguidores).

Na sua conta do Facebook, das 37 publicações, a que causou mais impacto foi a de 16 de dezembro, na qual ele compartilhou uma carta para seus seguidores nas redes: “Eu gosto muito de ter contato com vocês e a Presidência toma muito do meu tempo. Mas quero que saibam que sinto falta de falar com vocês diretamente e esta noite pareceu uma boa oportunidade para fazer isso”. A carta foi compartilhada 31.578 vezes, reuniu 36.144 comentários e colheu 86.596 ‘Curtir’, 60.933 ‘Amei’, 1.036 ‘Haha’, 105 ‘Uau’, 40 ‘Triste’ e 83 ‘Grr’.

Em sua página no Facebook, o presidente priorizou a publicação de fotos (23), com as quais ele atingiu 65% das interações este mês. Em segundo lugar, houve 13 publicações com vídeos. E uma vez escreveu uma mensagem sem qualquer tipo de imagem (o que a rede social chama de “status”) quando, em meio ao debate sobre a Lei de Solidariedade Social e Reativação Produtiva no Congresso, informou que pediu ao bloco da Frente de Todos da Câmara dos Deputados para “melhorar a lei”.

*A Sala de Democracia Digital é uma ação da FGV DAPP, em parceria com Chequeado, na Argentina, Linterna Verde, na Colômbia e Ojo Público, no Peru. Nós monitoramos o debate público nas redes sociais pela América Latina.

A análise original está disponível no site do Chequeado aqui.