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Agressão verbal a Vera Magalhães domina debate eleitoral em SP; Cláudio Castro é alvo de críticas dos dois campos políticos no RJ

Atualizado em 20 de setembro, 2022 às 2:24 pm

  • As candidaturas majoritárias estaduais se associam aos presidenciáveis para atrair eleitores. Enquanto Marcelo Freixo e Fernando Haddad vinculam sua imagem a Lula, Tarcísio de Freitas se associa ao presidente Bolsonaro. Já o governador Cláudio Castro, se afasta da imagem do presidente;
  • Amplamente criticado pelos campos políticos, governador Cláudio Castro é associado a denúncias de corrupção e associação criminosa; base bolsonarista não explicita apoio ao candidato correligionário do presidente;
  • Entre 13 e 14 de setembro, a repercussão da violência contra Vera Magalhães no debate da TV Cultura ocupou 34,6% da discussão sobre os candidatos ao governo de São Paulo;
  • Mensagens de apoio à jornalista contribuíram para “absorvê-la” no cluster vermelho, enquanto menções a Tarcísio de Freitas por conta do episódio envolvendo seu aliado dispararam e o colocaram em evidência no conjunto de direita;

O episódio de violência contra a jornalista Vera Magalhães no debate da TV Cultura, na última terça, se tornou o tema predominante no debate digital sobre os candidatos ao governo do Estado de São Paulo. É o que mostra o levantamento da Escola de Comunicação da FGV (FGV ECMI), que analisou 519,7 mil tuítes sobre as eleições de São Paulo. No debate sobre as eleições do Rio de Janeiro, destaca-se a predominância do grupo de apoio a Marcelo Freixo (PSB) e a ampla coalizão de críticas ao candidato à reeleição, Cláudio Castro. Escândalos de corrupção que envolvem aliados de Castro estiveram entre os principais temas no debate sobre as eleições para o governo do Rio de Janeiro.

Rio de Janeiro

Mapa de interações de menções sobre eleições no RJ no Twitter
Período: 8 a 14 de setembro

Fonte: Twitter| Elaboração: Escola de Comunicação, Mídia e Informação da FGV

Esquerda (Vermelho) ‒ 38,5% dos perfis | 54,0% das interações
Conjunto reúne perfis de políticos, comunicadores e figuras públicas de esquerda que apoiam a candidatura de Marcelo Freixo. Com centralidade do candidato do PSB e do ex-presidente Lula, o grupo repercute o evento do presidenciável petista na baixada fluminense e destaca a relação entre os dois candidatos. O grupo repercute as denúncias de corrupção envolvendo Cláudio Castro e o presidente Jair Bolsonaro, valorizando as qualidades de Freixo. As postagens do candidato Marcelo Freixo se solidarizam com os recentes casos de violência política e lembra do número de secretários do atual governador presos, se referindo a Castro, Bolsonaro e seus aliados como “máfia”. O conjunto também lembra da importância do voto útil em Lula para derrotar Bolsonaro e traça comparações entre os dois campos políticos.

Direita (Azul) ‒ 29,4% dos perfis | 21,7% das interações
Composto por políticos e influenciadores da base do presidente Jair Bolsonaro, o grupo divulga em tom de celebração que a candidatura de Daniel Silveira foi deferida pelo TSE – informação negada pelo tribunal. O presidente Jair Bolsonaro e o deputado que teve a candidatura impugnada são exaltados pelos perfis, que também divulgam outras candidaturas de direita minoritárias. O grupo também critica o candidato Marcelo Freixo, afirmando que ele não conhece o Rio de Janeiro e anda apenas nas áreas mais elitizadas da cidade. Os apoios financeiros e políticos do candidato do PSB também são criticados, por não serem compatíveis com um candidato “comunista”.

Comunicadores progressistas (Rosa) ‒ 12,6% dos perfis | 10,7% das interações
Conjunto formado por influenciadores, artistas e jornalistas progressistas, que fazem oposição ao governo mas não tem uma posição política homogênea. Esse grupo repercute a citação do governador Cláudio Castro em uma delação encaminhada ao STJ e a prisão do ex-chefe da polícia civil do seu governo, Allan Turnowsky, e lembra que diversos governadores do Rio de Janeiro já foram presos, para argumentar que os cariocas não devem votar novamente em uma pessoa investigada por tantos crimes.

Comunicadores de esquerda (Lilás) ‒ 3,3% dos perfis | 2,6% das interações
Grupo formado por influenciadores e jornalistas mais alinhados com a esquerda radical. Denunciando as associações do governador Cláudio Castro com corrupção e associação criminosa, o grupo sugere que o candidato a reeleição tem envolvimento com a milícia e usam a sua relação com o presidente Bolsonaro para fortalecer esse argumento de que a chapa federal e estadual do PL tem uma forte relação com organizações criminosas no Rio de Janeiro.

Influenciadores (Amarelo) ‒ 3,0% dos perfis | 2,5% das interações
O conjunto reúne influenciadores e páginas de oposição ao presidente Bolsonaro, também repercutindo as denúncias envolvendo Cláudio Castro. O grupo ainda destacou a proximidade do governador com o presidente Bolsonaro e repercutiu a impugnação da candidatura de Gabriel Monteiro.

Centro-esquerda (Laranja) ‒ 1,9% dos perfis | 1,8% das interações
Composto por políticos e apoiadores do presidenciável Ciro Gomes e do candidato Rodrigo Neves, o grupo critica o governador Cláudio Castro e repercute as denúncias de corrupção e associação criminosa envolvendo o candidato à reeleição. A relação entre Ciro e Neves também é mencionada pelo grupo, em especial a necessidade de votar em Ciro e criticando os candidatos a governos estaduais que, supostamente, criticavam Lula e hoje apoiam o ex-presidente.

Jornalistas (Vinho) ‒ 1,8% dos perfis | 1,7 das interações
Grupo formado por jornalistas que também repercutiram a prisão do ex-chefe da polícia civil do governo de Cláudio Castro, Allan Turnowsky, e as denúncias de associação criminosa envolvendo o governador.

Direita liberal (Verde) ‒ 1,0% dos perfis | 0,7% das interações
Concentrados ao redor da candidatura de Paulo Ganime, do Partido Novo, o grupo critica Cláudio Castro e Marcelo Freixo, destacando a história e as propostas do candidato e fazendo comparações com os candidatos que lideram as pesquisas. O grupo também cita a prisão de Allan Turnowsky e a relação entre Lula e Freixo, afirmando que ambos os candidatos estão associados ao grupo.

Menções aos principais candidatos a governadores do RJ no Twitter
Período: 8 a 14 de setembro

Fonte: Twitter | Elaboração: Escola de Comunicação, Mídia e Informação da FGV

 

  • O candidato Marcelo Freixo (PSB) teve alto volume de menções relacionadas ao comício com o presidenciável Lula (PT) em Nova Iguaçu e denúncias de corrupção envolvendo o presidente Jair Bolsonaro e o candidato à reeleição no governo do RJ, Cláudio Castro. Freixo é mencionado majoritariamente de forma positiva, por apoiadores que falam da importância da eleição do deputado e repercutem as denúncias. As postagens do candidato também tem destaque, com alto volume de compartilhamentos, especialmente em conteúdos criticando Castro e Bolsonaro e falando positivamente de Lula. Entre os críticos repercute a presença de “liberais”, como Armínio Fraga, apoiando e doando dinheiro para a campanha do candidato carioca;
  • A declaração do candidato Rodrigo Neves (PDT) no debate, sugerindo que o tráfico de drogas quer que Marcelo Freixo seja eleito, repercutiu de forma negativa durante o período. Os críticos afirmam que o candidato está atuando como linha auxiliar de Cláudio Castro e fazem referência ao presidenciável Ciro Gomes (PDT), que estaria exercendo o mesmo papel a nível federal. Entre os apoiadores, se destacam falas sobre o programa de renda mínima do candidato e críticas ao candidato Cláudio Castro. A discussão sobre voto útil para as eleições presidenciáveis também foi associada ao candidato ao governo do RJ, após o vice Felipe Santa Cruz declarar voto em Lula no primeiro turno;
  • O governador Cláudio Castro (PL) recebeu críticas após a prisão do ex-chefe da polícia civil do seu governo, Allan Turnowsky. A citação de Castro em uma delação no STJ que liga o governador a associações criminosas também foi denunciada na plataforma. Os usuários destacaram a associação de Castro com outras denúncias de corrupção e relação com o crime organizado e também lembraram de outros governadores do estado que também foram presos, questionando se o estado vai eleger um “bandido” mais uma vez. Perfis bolsonaristas divulgaram sua “colinha” para as eleições com o nome de Castro e Bolsonaro (PL) e celebraram o bom resultado do governador nas pesquisas eleitorais.

 

Principais links associados às eleições do RJ no Facebook
Período: 8 a 14 de setembro

Fonte: Twitter | Elaboração: Escola de Comunicação, Mídia e Informação da FGV

 

  • Os principais links do Facebook indicam uma tendência de nacionalização de algumas candidaturas ao Governo do Rio de Janeiro, com fortes associações entre Marcelo Freixo (PSB) e Lula (PT). A relação entre Cláudio Castro (PL) e Jair Bolsonaro (PL), por sua vez, não aparece de modo central, embora sejam candidaturas aliadas;
  • Esta diferença explicita distinções nas próprias estratégias dos candidatos ao governo do Rio. Marcelo Freixo almeja se aproximar de Lula para cooptar votos da base petista no Estado. Entre os links com maior destaque sobre o candidato, estão notícias sobre o comício em Nova Iguaçu que contou com a presença dos ex-presidentes Lula e Dilma;
  • O governador Cláudio Castro não é associado de modo tão direto ao presidente Bolsonaro, mas seus aliados são identificados dessa forma. A prisão de Allan Turnowski, ex-chefe da Polícia Civil e aliado de Castro, repercute mal para o então governador e candidato à reeleição;
  • A citação de Castro em uma delação ao STJ, por suposta associação criminosa, também repercutiu através de links de portais de notícias. Por outro lado, a saída de Washington Reis da chapa de Castro, após ser enquadrado pela Lei da Ficha Limpa, não se destacou no debate – o que pode ser positivo para o candidato do PL;
  • Rodrigo Neves (PDT), que ocupa o terceiro lugar nas intenções de voto, ocupa um espaço mais lateral nas discussões sobre a corrida eleitoral no Rio de Janeiro. Sem grandes associações com Ciro Gomes (PDT), Neves não aparece atrelado a polêmicas ou grandes episódios, o que faz com que as notícias sobre o candidato estejam mais relacionadas à sua agenda e propostas.

São Paulo

Mapa de interações de menções sobre eleições em SP no Twitter
Período: 8 a 14 de setembro

Fonte: Twitter| Elaboração: Escola de Comunicação, Mídia e Informação da FGV

Direita (Azul) ‒ 56,2% dos perfis | 51,5% das interações
Grupo que agrega perfis da direita e extrema direita alinhados a Tarcísio de Freitas e Bolsonaro. Destacou-se a abordagem político-partidária do 7 de setembro por parte de Tarcísio e aliados. A declaração de repúdio de Tarcísio contra o ato de agressão praticado por um aliado contra Vera Magalhães também gerou repercussão. O tom das reações foi ambíguo: enquanto parte dos usuários parabenizaram o candidato pela atitude, outros afirmaram que ele não teria direito de desqualificar um aliado. Apesar da declaração de Tarcísio, o apoio ao agressor foi proeminente no cluster.

Esquerda (Vermelho) ‒ 28,9% dos perfis | 24,4% das interações
Conjunto reunido em torno de perfis aliados de Fernando Haddad e Lula, assim como políticos e jornalistas alinhados à esquerda. Nota-se a proeminência da jornalista Vera Magalhães, que não é comumente associada à esquerda, mas que foi absorvida na polarização do debate em decorrência dos ataques sofridos por ela por parte de Bolsonaro e aliados. O episódio em que Vera foi agredida verbalmente pelo deputado Douglas Garcia no debate entre candidatos ao governo de São Paulo modulou tanto o cluster vermelho quanto o azul, uma vez que, por Douglas ser aliado de Tarcísio de Freitas, ele adquiriu relevância maior que o usual. O apoio da esquerda à jornalista ainda fortaleceu sua “absorção” pelo cluster vermelho.

Influenciadores progressistas (Rosa) ‒ 4,4% dos perfis | 1,8% das interações
Conjunto que reúne influenciadores, sites de notícias e outros canais de formação de opinião com viés progressista Com articulação relevante com o cluster vermelho, repercutiu sobretudo ameaças a candidatos da esquerda, como Fernando Haddad, Lula e Guilherme Boulos. A agressão a Vera Magalhães também teve relevância.

Centro-esquerda (Laranja) ‒ 1,2% dos perfis | 0,7% das interações
Composto por perfis de centro-esquerda da “terceira via” alinhada a Ciro Gomes (PDT). Na discussão sobre São Paulo, a polarização enfraqueceu o cluster laranja e tendeu a nacionalizar o debate. Receberam destaque críticas à aproximação de Lula e Marina Silva, o que seria prejudicial para Ciro. Outras críticas de apoiadores de Ciro à candidatura de Lula modularam o tom do cluster.

Direita liberal (Verde) – 2,6% dos perfis | 2,2% das interações
Grupo formado por agentes associados à direita liberal. Os candidatos ao governo Rodrigo Garcia (PSDB) e Vinicius Poit (Novo) estão em destaque, assim como as candidatas a deputada federal Joice Hasselmann (PSDB) e Rosangela Moro (União Brasil). Rodrigo Garcia investiu em críticas a Tarcísio de Freitas a partir do episódio envolvendo Vera Magalhães. Sobre o ocorrido, Joice manifestou apoio à jornalista, enquanto Rosangela foi cobrada pelos usuários para fazer o mesmo.

Educadoras (Lilás) – 1,8% dos perfis | 17,6% das interações
Grupo composto por aposentadas e pensionistas, especialmente educadoras, de São Paulo. Possui conexões mais significativas com a esquerda. Perfis colocaram em evidência críticas ao candidato Rodrigo Garcia (PSDB), uma vez que seu antecessor, João Dória, assinou um decreto que confisca parte de seus rendimentos. Nos tuítes, clamam para a aprovação de PDL que anularia os efeitos do decreto referido.

Menções aos principais candidatos a governadores em SP no Twitter
Período: 8 a 14 de setembro

Fonte: Twitter | Elaboração: Escola de Comunicação, Mídia e Informação da FGV

  • A discussão sobre Fernando Haddad (PT) é atravessada pela tentativa da oposição bolsonarista de emplacar a narrativa de que um governo do PT em São Paulo transformaria o estado em uma “Venezuela”. Pedidos de “vira-voto” de Tarcísio também marcaram menções a Haddad, além de declarações do candidato sobre seus oponentes no debate da TV Cultura e na entrevista na Rede Globo, especialmente a revogação do passe-livre do idoso por parte do atual governo estadual. A ameaça recebida pelo candidato, que cancelou um ato político que faria no interior de São Paulo dias antes do 7 de setembro, também chamou a atenção dos usuários, assim como o posicionamento de Haddad sobre o uso político da data por parte do presidente e aliados;
  • A agressão verbal do deputado estadual Douglas Garcia contra a jornalista Vera Magalhães, após debate entre candidatos ao governo de São Paulo, centralizou a discussão em torno de Tarcísio de Freitas. Em tuíte, Magalhães questionou Tarcísio se ele concordava com o ato de seu aliado, o que mobilizou uma série de mensagens de apoio à jornalista, mas também de ataque. A mensagem em que Garcia ameaça de processo quem caracterizar o episódio como “agressão” também esteve em destaque. Entre 13 e 14 de setembro, a repercussão da violência contra Vera Magalhães ocupou 34,6% do debate sobre os candidatos ao governo de São Paulo. Além disso, o suposto apoio popular a Tarcísio e Bolsonaro em sua passagem por Sorocaba, na última terça, foi um tema de repercussão significativa nas redes do candidato;
  • A declaração de repúdio de Rodrigo Garcia (PSDB) à agressão sofrida por Vera Magalhães se destacou na discussão sobre o candidato, o que foi lido por alguns usuários como uma estratégia para desvencilhar as atenções do debate da TV Cultural, no qual seu desempenho não teria sido proveitoso o suficiente. Perfis apontaram também o suposto esforço de Garcia para “esconder” sua relação com o ex-governador João Doria. A pergunta de Haddad durante o debate, sobre o envolvimento do irmão de Garcia com um esquema de desvio de dinheiro, também fez parte da discussão do candidato, que “esconderia” tanto seus padrinhos políticos quanto parentes e familiares envolvidos em supostos delitos.

 

Principais links associados às eleições em SP no Facebook
Período: 8 a 14 de setembro

Fonte: Twitter | Elaboração: Escola de Comunicação, Mídia e Informação da FGV

  • Assim como observado no Rio de Janeiro, links de repercussão significativa indicam uma tendência de nacionalização dos candidatos ao governo de São Paulo. Em relação às notícias sobre o debate ocorrido na última terça, na TV Cultura, as associações entre Fernando Haddad (PT) com Lula (PT) e de Tarcísio de Freitas (Republicanos) com Bolsonaro (PL), assim como entre Vinicius Poit (Novo) e Felipe d’Avila (Novo), foram evocadas sobretudo em questões relacionadas à corrupção;
  • Ainda no recorte do debate, a agressão verbal do deputado Douglas Garcia (Republicanos) contra a jornalista Vera Magalhães também esteve entre os links mais compartilhados;
    A entrega de uma carta de apoio de mulheres evangélicas às candidaturas de Lula à presidência e de Haddad ao governo de São Paulo também teve repercussão importante. O gesto sinalizou uma aproximação crescente de um eleitorado tradicionalmente conservador aos petistas, além de fortalecer a ideia de uma rejeição generalizada do eleitorado feminino a Bolsonaro, mesmo dentro de recortes supostamente alinhados ao presidente;
  • Veículos de imprensa conservadores lideram compartilhamento de links com notícias que privilegiam dados e episódios favoráveis a Tarcísio de Freitas, especialmente o Jornal da Cidade Online. Nesse contexto, obteve destaque notícia sobre o prefeito de Marília, Daniel Alonso (PSDB), ter abandonado o apoio a candidatos de seu partido e coligações para fazer campanha para Tarcísio. A matéria reforça a narrativa de “debandada” de membros do PSDB, partido com ampla capilarização no interior do estado, para apoiar Bolsonaro e aliados na reta final das eleições;
  • Do mesmo site, uma avaliação favorável da controversa entrevista de Tarcísio à Rede Globo investiu na ideia de que ele teria sido “impiedoso” com o entrevistador e saído de lá vitorioso. O mesmo veículo ainda obteve destaque com opinião sobre os candidatos bolsonaristas supostamente terem adquirido mais força política após do 7 de setembro, citando Tarcísio;
  • O ataque de ovos à comitiva de Haddad em ato em Cordeirópolis, no interior, também se destacou. Na ocasião, o candidato a governador ainda comentou as ameaças que havia recebido sobre o evento que realizaria em Presidente Prudente, que decidiu cancelar, no contexto do 7 de setembro.